domingo, 14 de março de 2010

Pedal Etílico Gastronomico

A idéia era pedalar e beber, mas nesta sexta-feira passada teve um pedal com comidas e bebidas. Inicialmente nos reúnimos as 19:00 na Praça do Homen Nu e fomos até a reitoria. Lá outros bicicleteiros foram se juntando e confesso que iria ser um pedal mais enxuto. Acho que juntamos umas 20 pessoas. Após uma breve volta, fomos até O Torto, tomamos umas cervejas, mas a essa altura, a massa crítica já tinha se desfeito e então fomos até a loja Pedale Bikes, que fica no bairro do Guabirotuba. Lá conversamos com o Ivo, que pelo jeito não para de trabalhar e é um cara super gente fina. Lá pelas tantas, bateu a fome, e pedimos uma pizza lá mesmo. O melhor é que a pizzaria fica do lado da loja e é do pai do cara. E que pizza, uma delícia de massa, recheio bom e tudo mais. Até levamos uma surra da pizza, sobrou comida e agora eu me arrependo de não ter levado uma quentinha para casa. Bem, saímos de lá e demos uma passada no Kovalski, na frente da PUC-PR, só que estava uma baixaria, pois era trote e coisa e tal, com direito a polícia e tudo mais. De volta no O Torto, que já estava fechado, resolvemos ir para o Wonka, só que nem entramos, ficamos bebendo, desta vez refrigerante num bar do lado. Vimos, bebemos e fomos vistos, hehehehe... Daí tocamos nosso pedal, só que desta vez só estava o Victor, Diego, Guilherme Ceron e eu. O Guilherme tomou o rumo da casa dele depois que resolvemos continuar com a empreitada etílica ciclística. O destino foi o Ao Distinto Cavalheiro e duas horas depois acabamos sei lá onde. Tava tudo zoneado. Mas foi bem engraçado e divertido. E sem ressaca.

Estátua que dá o aplelido da Praça 19 de dezembro. Escultura do Erbo Stenzel.

Pré reunião para depois ir para a Reitoria da UFPr

Loretta


Pizza Ogra, ou melhor Aligator (esse é o nome da pizzaria)

Finalmente o Victor achou uma bike que serve para ele.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Descanse em paz de cu é rola!

Na falta de coisa melhor para se dizer, recorremos a ignorância alheia: "glauco morreu de brasil, brasil mata mais que aids e câncer", disse André Forastieri. Também disse que morreu a troco e nada e na frente da família. Puta que o pariu. Penso que o Brasil é uma merda e que nada presta e que devemos tacar fogo em tudo. É nessas horas que paro de ser iconoclasta e viro um cara contemplativo, até bom samaritano. Ou não. De toda a forma nada vai mudar o fato de que o Glauco está morto e que nunca mais veremos o Geraldão atacar a Dona Marta e vice-versa, somente fica minha indignação e o desejo que ele toque o foda-se para onde ele for.

Última tira do Glauco, segundo Márcio.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Loretta

Este é apenas um aperitivo do que vem a ser um banquete de imagens da fixa do Diego, the Kid, Loretta. O restante das fotos que o Diego Cagnato fez está aqui. Ensaio fudido de bom!!!

terça-feira, 9 de março de 2010

Chuva, Chuva, Chuva







Nesta sexta foi inaugurado o bicicletário no bar O Pensador, que até o presente momento ostenta o título do melhor misto quente do sistema solar. São duas fatias de pão caseiro, bastante queijo e presunto. Mas não para por aí, tem o básico, cerveja boa, gelada e um atendimento fudido de bom. Não posso deixar de falar do mignon com mostarda, que é um tesão, feito com dijon e tudo mais. Mas não para por aí, o cardápio merece um retorno triunfal, até me lembrei de uma amiga que transa no primeiro encontro, mas "para ter uma a segunda vez, tem de merecer". Sempre achei curioso essa associação de comida com sexo, mas isso é para outra história. Bem, retornando ao bar, merece destaque para a trilha sonora: jazz do bom e do melhor. Bom, bonito e um belo custo benefício. Tá mas por que a chuva? Pois nessa noite em que o Diego, the kid, estreava a Loretta, sua nova roda fixa, chouveu para caralho, mas muito mesmo!

Serviço: Bar O Pensador, Rua Visconde do Rio Branco, 766 (esquina com a Al. Julia da Costa). Fone: (41) 3014-4114

Churrascaria do Erwin



Tão famoso quanto cheio, tão velho quanto a reputação, tão na cara que até me envergonho de não ter ido antes. A churrascaria do Erwin, dada a badalação nos finais de semana, era difícil ir lá. Mas numa sexta-feira incauta, depois de sair ileso de uma visita a um amigo adevogado, passei pela frente do Erwin bem ao meio-dia, ou mais ou menos isso. Pois bem, lembrei-me da Heloisa que não acreditava que nunca tinha ido lá provar a melhor maionese do mundo. De fato, é muito boa, mas dizer que é melhor do mundo é exagero. Tudo tava uma delícia, um contra-filé, maionese (é claro), salada verde, de cebola e de tomate. O lugar é pitoresco, velho e aconchegante. Gostei muito do canto do salão que fica na esquina, com um janelão acima da mesa. E de quebra um pudim de leite bem gostoso. O café na saída é uma bosta, e o preço é honesto, gastei uns R$ 25,00. Vale a dica.

Serviço: CHURRASCARIA ERWIN, Av. Mateus Leme, 2746, Curitiba, Paraná. Fone: (41) 3252-5347. Aberto de terça-feira a domingo no almoço.

Duas semanas

Foi o tempo que durou este CST, o chinezinho de R$ 25,00. Pelo preço tá ótimo. Mas é bem ordinário.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Fim de semana

A propósito, essa é a idéia!

HELSINKI 78-82 - CRUISING from Top Billin on Vimeo.

Dica do Diego The Kid

Eu bebo sim e estou vivendo!

Tem gente que não bebe e está morrendo
Achei no www.trackosaurusrex.com/pblog/

sábado, 6 de março de 2010

Samba na Ucrânia






Pode parecer loucura, mas foi o que aconteceu na quinta feira passada. Eu, o Rodrigo Goulart e o Luciano Coelho fomos ao Barbaran. É um barzinho escondido na garagem da Sociedade Ucraniana, em que as pessoas que frequentam não são bonitas nem da moda. Ao contrário, a turma é velha, com direito a barba e bengala. O espaço é amplo, igualmente velho, com umas luminárias mais ou menos novas, mesas e cadeiras da época do colegial. Tudo muito pitoresco. Mas a surpresa do dia, ou melhor da noite, foi logo ao chegar um samba correndo solto pelo bar. Além disso, o óbvio, coisa que em Curitiba não é tão obvia assim: boa variedade de cerveja e petiscos apetitosos: dobradinha na cumbuca, salsichas com mostarda e raiz forte e bolo de carne sério. Vale a pena ir lá. E diz que na terça feira tem jazz. Outro motivo para voltar lá. Ah, o negócio começa cedo e termina cedo, a meia noite o portão da garagem fecha.

O bar fica na Rua Augusto Stelfeld, 795, entre a Rua Visconde do Rio Branco e a Al. Prudente de Morais.

Hertzlichen Glückwunsch zum Geburtstag.


Grande parceiro das pedaladas, bebedeiras e muita risada. Vitor fez aniversário ontem. Taí o registro de mais um ano que um ano se passou e o mundo não acabou. Meu caro, feliz aniversário, muita fama, grana e xana!

Para começar o final de semana


White Russian, o drink imortalizado no filme "The Big Lebowski" é aquele que é bom em todas as horas, de manhã, de tarde, a noite e assim vai. Mas cuidado, essa mistura de vodka, kaluha, leite intgral e gelo pode fazer mal se consumida em quantidades industriais.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Liberdade é passar a mão na bunda do guarda.

Recorto e colo o texto do André Forastieri, publicado em 29.09.2008 e republicado em 25.02.2010.

Eu não voto (em 2010)

O texto abaixo foi publicado no dia 29 de setembro de 2008.

De lá para cá, fui obrigado a regularizar minha situação eleitoral, porque meu passaporte venceu. Demorou meia hora da minha vida ir ao Cartório Eleitoral de Pinheiros e acertar tudo.

Estava vazio. A moça era simpática. Paguei R$ 14,04 no Banco do Brasil ali ao lado, rapidinho.

Tenho portanto novo título, que não usarei em 2010.

Como é ano de eleição, boto de novo na roda minha posição sobre eleições. Que é basicamente: não concordo com as regras eleitorais. Portanto, não acredito que votando vou mudá-las. Sou contra a participação nas eleições.

Sou contra o voto nulo, porque é participar do jogo. É impossível o voto consciente, se você não tem consciência de como seu candidato financiou a campanha. Dito isso, as pessoas votam, e outras são eleitas.

E sinceramente às vezes coça minha mão para votar em alguém. Mas resisto.

E não, os políticos não são todos da mesma laia. É estúpida a campanha “não reeleja ninguém”. É estúpido colocar toda a culpa das desgraças do mundo nos políticos.

Eles são financiados por grandes empresas, apoiados por grandes veículos de comunicação e eleitos por você. Todos são responsáveis. Tem político ruim e pior. Escolha o seu, se quiser. Mas não me convide.

Eu não voto

Manhã de domingão de eleição na praia, ressaca do sábado, perfume de filtro solar, fila paralisada. Acabou o formulário para justificar o voto, foram buscar mais em São Sebastião. Quinze minutos, meia hora, quarenta… Quer saber? “Vambora”.

Foi assim que eu parei de votar. Depois dessa, vieram outras eleições. Nunca mais apareci. Não é que me incomodasse muito. Sempre votei relax. Ia a pé ou de metrô, chegava quatro e meia da tarde, tudo vazio, votava sossegado, comia um churro depois.

Mas também nunca mais tive uma boa razão para votar. Nunca mais apareceu uma campanha em que meu voto fizesse diferença, em que, entre os candidatos disponíveis, alguém realmente me convencesse. Picar cartão votando no “menos pior” dá preguiça e é eticamente duvidoso.

Não fui sempre assim, mas também nunca fui muito animado com o processo eleitoral. Nunca fui a um comício pelas Diretas — qualquer campanha que tem como hino Menestrel das Alagoas não pode contar comigo.

Naturalmente eu queria votar e queria ver os milicos de volta aos quartéis, mas estava na cara que as Diretas não iam passar e não passaram, o que nos levou a cinco anos de José Sarney presidente. E, quando finalmente tivemos eleições para presidente, Collor venceu — meio no golpe, mas levou. É de broxar qualquer um.

Fielmente, eu compareci para votar quatro vezes no Lula e petistas diversos. No Covas, uma vez que ele estava pau a pau com o Paulo Maluf. Sempre considerei meus votos como voto útil, porque do contra: sempre votei contra os caras que mais me irritavam, mesmo que eu tivesse discordâncias mil com meu candidato. E não vou negar: tinha minhas esperanças de que, quando o Brasil finalmente tivesse um presidente que não viesse da elite, o jogo finalmente mudaria.

Bem, não… O jogo é quase exatamente o mesmo. Os 5% de diferença fazem diferença e são suficientes para Lula manter a popularidade para mais cinco mandatos. É pouco para me tirar de casa. Então, eu não voto. Porque tenho coisa melhor para fazer no feriadão, porque todos os candidatos com chances de vitória são 95% iguais e porque o voto não é obrigatório. Você leu direito. O voto não é obrigatório.

Se você for pego dirigindo bêbado, perde a carta, talvez o carro, talvez muito mais. Se ficar sem votar, não acontece nada. Se você não votar nem pagar a multa, enfrenta as seguintes penalidades:

a) não pode se inscrever em serviço público;
b) não pode tirar passaporte nem carteira de identidade;
c) não pode renovar matrícula em escolas públicas;
d) não pode obter empréstimos em bancos públicos;
e) não pode participar de concorrência;
f) se o eleitor deixar de votar em três eleições consecutivas, seu título será cancelado.

Bem, estou velho para começar carreira de funcionário público ou finalmente terminar a faculdade de jornalismo, já tenho RG e passaporte. Portanto, as penalidades são quase zero.

E mais: não é um caminho sem volta. Porque se você precisar, digamos, renovar o passaporte, basta pagar a multa. A penalidade para o eleitor que não vota nem justifica é uma multa que varia entre R$ 1,06 e R$ 3,51.

Pode ser multiplicada até dez por um juiz eleitoral — desconfio que nunca aconteça, mas que seja. R$ 35,10 não é muito por um feriadão bem aproveitado. Cada eleição são dois turnos (em boa parte do país, sempre). Você renova o passaporte a cada cinco anos. Faça as contas. Compensa.

Mas na verdade o valor é muito maior do que esse. Porque sabendo de antemão que você não vai votar, você simplesmente se poupa de ler sobre as eleições, assistir aos programas que toquem neste assunto etc. Você se irrita muito menos com a mediocridade e cara de pau dos candidatos (e de seus marqueteiros).

São centenas de horas ganhas a cada ano de eleição que você pode usar de maneira muito mais útil — namorando, ganhando dinheiro, tomando uma com aquele velho amigo. São muitas e muitas horas de alegria nos anos seguintes, em que você não sente a menor necessidade de acompanhar as sem-vergonhices que o cara em quem você teria votado inevitavelmente cometerá.

Já fui contra o voto obrigatório. Não mais. Muito mais prazeroso desrespeitar a lei, sem nenhuma consequência. Igualzinho a um político. Isso é que é liberdade!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"desenho o que vejo"

Desenho finalizado, por Guilherme Caldas, o padrinho.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bike Porn

E a família fixa anda solta por aí. Desta vez o Velo Club pariu mais dois filhotes. Sejam bem-vindos!A Coraline, da Susan, que enviou por e-mail, foi injustamente repreendida por ter freio na roda de trás. Vai ver ela foi pedir uns conselhos da Carmen Lúcia.

Esta fixa é do Carlos Augusto, que não conheço, mas pelo jeito tem bom gosto.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Para este final de domingo chuvoso e uma semana boa.

O vídeo se chama "birds on the wires" que foi feito pelo compositor Jarbas Agnelli. Conta ele que a música foi feita a partir de uma foto do Estadão, tirada por Paulo Pinto. É melhor ver do que contar, neste caso.



Ainda tem um bate papo com o próprio artista, comentando o processo de criação e uma versão especial para o TED x SP.

TEDxSP 2009 - Jarbas Agnelli: "Birds on the Wires", uma música e sua história from TEDxSP on Vimeo.

Boa semana a todos!