sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Quero grafitar assim quando crescer


O autor se chama Akira, e segundo a vendedora da banquinha que fica na Praça do Japão, trabalha ali por perto.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carnaval no litoral


Não fui para o sul, não fui para o Rio, tampouco para Caiobá. Aliás, para lá fui, sim, mas só para embarcar em direção a Ilha das Peças, Guaraqueçaba, Ilha dos Papagaios e Superagui. Aqui vão duas dicas e uma constatação. A primeira é o Ciro na Ilha das Peças, com uma saraivada de pratos de frutos do mar, peixe frito, bolinho de camarão, carne de siri e molho de camarão e camarão à milanesa, ufa! A caipira servida no vidro de palmito em conserva é obrigatória. Qualquer dúvida é só falar com ele no canal 68 (o nome do restaurante é Iná). A outra é o restaurante Moby Dick em Superagui. Porém se for procurar, vai encontrar o restaurante Crepúsculo. O esquema é o mesmo, peixe e camarões à milanesa, salada de tomate com palmito, arroz e molho de camarão e pirão. Uma delícia. Dá até para sentar fora do restaurante, debaixo das árvores e comer pro lá mesmo. Vale a viagem. Por sinal, Ferando Pessoa estava corretíssimo.


Na foto acima, Ciro e seu filho, o chef Leandro. Foto de Osvaldo Hoffmann Filho, do blog De mar em mar.



domingo, 15 de fevereiro de 2009

Ao Distinto Cavalheiro


O bar ao distinto cavalheiro é sempre uma boa pedida, não só pelos petiscos, mas também pelas bebidas e a frequencia. Quer encontrar o Dante Mendonça ou o Erouths Cortiano Junior para papear com eles? É só ir lá, talvez os veja no balcão papeando. O destaque fica a encargo da carne de onça e do bolinho de bacalhau. Para beber, as cachaças e o chopp da brama. O bar fica na Saldanha Marinho com a Visconde do Rio Branco, abre de segunda a sábado das 18h até as 24h. Agora é com você.

P.S.: Em tempo, uma citação do João: "Bar que não tem um Dante, um Cid e um Marcelo, cara, não é um bar, é uma sala de espera."

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Tão longe, tão perto.




Sabe aquela do português e coloca os preços no quadro da seguinte forma: pão com manteiga - R$ 2,00; pão sem manteiga - R$ 2,50. O fregues vê, se espanta e pergunta ao portuga por que o pão com manteiga é mais caro do que o sem manteiga. Ele responde que tem de tirar a manteiga do pão sem manteiga. Pois é, imagino que é assim que a Elma Chips deve gerenciar seus negócios.
Eu me lembro de um dia ter visto nos supermercados doritos sabor original. Mas com a folia dos importados, só vejo marcas estrangeiras e com preço elevado. Encontrei recentemente doritos sem aquele pó com sabor de queijo (doritos dippas, dá-lhe marqueting) e fiquei muito contente em saber que a Elma Chips retomou a produção dessas tortillas. Ainda que sejam relativamente mais caras do que o doritos com queijo em pó, são muito mais baratas do que as importadas, que chegam a custar até R$ 15,00 (275 gr). Esse pacote que apresento pesa 170 gr e custa R$ 6,00. Num cálculo rápido, o quilo daquela custa R$ 54,00 e desta, R$ 35. Mas o que isso tem a ver com o bar do portuga? A Elma Chips não distribui essa iguaria industrializada em Curitiba. Encontrei o doritos sabor original numa loja de conveniência em Registro, no Estado de São Paulo. Ao chegar em Curitiba, crente que iria encontrar doritos dippas em qualquer bar, dei com os burros na água e não econtrei tortillas algumas.
Perseverei e até mandei um e-mail para a empresa, que até o presente momento não foi respondido. Até lá eu mesmo aprendo a fazer tortillas. Bom apetite!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Este é para ouvir


Achei essa pérola no blog Original Pinheiros Style, que faz um breve comentário sobre o CD, tem a lista das músicas e um link para download. Perfeito!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A bocada de hoje: Box do Eliseu




Ainda que manjadíssimo falar e escrever bem sobre Box do Eliseu, vale a pena a dica. Um almoço singelo no mercado municipal: arroz (com verdura), feijão carioca, salada, uma opção de carne e mais um acompanhamento. Peixe frito, bife acebolado, à milanesa ou o que é feito no dia. Sugiro o peixe e você não vai se arrepender. O arroz com verdura lembra o chop suey e é feito com muito alho, uma delícia. O feijão nunca tem erro e o acompanhamento... faz jus ao nome. Pois bem, este perpasto pantagruélico vem em duas versões: comercial ou executivo, este mais caro e vem bem mais comida, podendo alimentar duas pessoas com fome moderada. Aquele é ideal para uma pessoa, assim, sem firula ou finta. Bom, bonito e barato.

Dica de leitura




P.S.: Clique na imagem para ler o texto.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Cagando e andando


Que reforma ortográfica mais besta é esta? Nem o legislativo e o executivo respeitam. E de quebra invocam uma regra de transição que dá uma colher de chá até sei lá quando. De minha parte, tô cagando e andando. Reforma ortográfica de merda!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Ilustre Desconhecido



Confesso que invejo e admiro Mel Brooks. Ele poderia simplesmente ter inciado e terminado sua carreira com o primeiro filme: "The Producers", cujo título original não é tão adequado, quanto o título em português: "Primavera para Hitler". Pois bem, não contente, fez ainda "Spaceballs" e foi cirador do "Agente 86". Um sujeito a frente do seu tempo conseguiu retratar brevemente a pós-modernidade no filme "Banzé no Oeste", logo quando estava a surgir. Acho até que deveriam erguer uma estátua dele. Aliás, fiquei muito feliz em saber que isso já foi feito em Curitiba. Na Praça Osório está lá, sobre um pedestal de pedra, um busto do Mel Brooks, ainda que sério, eternizando sua genialidade para que as gerações vindouras não percam de vista seu legado!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Receita de churrasco

Carne, cerveja, saladas e carvão é o que basta para inciar a conversa e fazer um churrasco sem frescura.
Deixe a picanha, o filé argentino, aquela maminha escrota ou a fraldinha de lado. Decida-se pela carne que tem sabor e não enjoa: a alcatra, ou melhor o alcatrão, vulgo orelha de elefante, dadas as semelhanças com o paquiderme. O melhor corte pode ser encontrado na Carnegel, um açougue que fica na Avenida Iguaçu, 3668, bem no finalzinho, depois da Praça do Japão, depois da rápida que vai para o Portão, depois do supermercado Casa Fiesta. Depois que comprei carne lá (valeu Bruno), churrasco não foi mais o mesmo. Bem, voltando ao estabelecimento, aviso desde logo que é bom manter a concentração, pois tem outros cortes de carnes que são muito apetitosos. Ah, dá para comprar umas linguicinhas para tiragosto. Particularmente acho que são caras, pois é o mesmo preço do alcatrão, mais ou menos R$ 15,00 o kilograma. Então eu faço o seguinte, compro uma bem baratinha que dá conta do recado. Antes de partir para a próxima etapa, dá para comprar lá mesmo carvão, alcoól, fósforo e tudo mais. Acho que depois disso, só falta bebida, pão e saladas.
Na falta do chopp da Eisenbahn, que deve estar uns R$ 5,00 o litro, sugiro a cerveja uruguaia Patrícia ou Pilsen, ambas podem ser encontradas no Angeloni ou no Demeterco, digo Mercadorama, a uns quatro ou cinco reais a garrafa de um litro. Tanto num quanto noutro supermercado, há de existir cebola, tomate e pão. Se não houver, se mate!
Mas falta uma coisa, a maionese com batata. Poderia ser um capítulo a parte, merecedora de um post próprio. Cada um tem uma forma de fazer, desde daquela que é batida no liqüidificador como vovó fazia, ou com limão, ou com mostarda dijon e até de leite. Aliás, maionese de leite de cu é rola. Nada chega perto daquela feita no Bom Strudell, a não ser a salada de batatas da Dona Leci. Mas o lance é o seguinte: ligar para lá antes de sair de casa e pedir para eles fazerem na hora, fica muito bom. Depois de tudo comprado acho que deu tempo de preparar a maionese, então dá para passar no Bom Strudell e pegá-la. O resto é história. Bom apetite.



Serviço: Carnegel, Av. Iguaçu, 3668, telefone: 30232401. Bom Strudell, Al. Julia da Costa, 1796, telefone: 3335-8288. Distribuidora da Eisenbahn: 8864-5435 (Amanda).
Em tempo, calcula-se meio quilo de carne com osso por pessoa e uns trezentos gramas se for sem osso. A maionese pode ser computada a uma razão de duzentos gramas por pessoa. Cebola e tomate vai a olho. E cerveja é dois litros por pessoa. Dá certinho, pois quem não come ou não bebe muito acaba compensando com quem come ou bebe mais.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A bocada de hoje: Empório Francisca

As vezes inventamos desculpas ou pretextos para uma ou outra coisa, no meu caso é tomar café no Empório Francisca, no mercado municipal. Vou de bicicleta e ao chegar lá, percebo que a ordem se inverte, minha intenção não é exatamente pedalar. Espresso, capuccino, latte e os cambau, qualquer coisa para sair de casa e tomar um café. Aliás é "melhor da cidade", sem querer desbancar a revista Veja, que possui seleção criteriosa de lugares mais descolados e de qualidade,. Taí minha contribuição: um café no Empório Francisca, que é pilotado pelo simpático casal, Rapha e Tica, cujo papo sempre vale a pena esticar o almoço tarde adentro. Melhor ainda quando não tem hora para voltar ao trabalho. Como traz o nome, é um empório, e de tudo se vende lá. Café Suplicy, chás, panelas Le Creuset, utensílios, livros, azeite, temperos (isso é um capítulo a parte) e até aqueles tamancos que o Mario Batali usa. Se você estiver sem o que fazer no sábado ou no domingo antes da missa, dê uma passada no mercado municipal e não deixe de passar no Empório Francisca.