sábado, 26 de dezembro de 2009

É verdade que você vai comprar uma bicicleta sem freios?

Massan from MACAFRAMA on Vimeo.

Foi o Diego que mandou o link para o Guilherme, que postou no blog dele e mandou para mim, que gostei muito, que conheci o Gunnar, que tem uma fixa, que andei uma vez, que é amigo do Vitor, que postou uma fixa no blog que ambos tem, que estava a venda na bike tech, que fui lá e estou aqui.

Mas afinal é o que é roda fixa?

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Clica aqui ó!


O Luciano tinha problemas em criar um blog. Onde ele escrevesse sobre o que quisesse, daí fiz um e convidei ele. Não deu certo. Ele nem sabia criar uma conta no gmail e tal. Foi ontem que passei na casa dele e resolvi dar uma ajuda e criar um para ele. Deu certo! Nasceu o Navalha na Mão do Makaco, um espaço vitual em que o Luciano, vulgo makaco devaneia entre direito, poesia e sei la mais o que. Bem, putaria não vai rolar, até por que ele é um sujeito respeitoso, casado e com filhos. Vale a pena conferir.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Salero


"Vegetarianismo é uma fase que passa", sentenciou meu caro amigo Paulo Henrique. E àqueles que tem uma recaída ou simplesmente não admitem viver à base de mato, uma bela opção é o restaurante Salero. É uma casa de carnes que serve carnes, pois hoje em dia tem churrascaria que serve massas, bacalhau, comida árabe, paella, sushi, sashimi e por acaso carnes grelhadas e assadas, veja só. E o mais irônico disso tudo é tem outras churrascarias ou restaurantes que servem carne, tal como o Autebequi, ou Otebek, ou Otibak, ou coisa que o valha, cujos pratos preferidos, segundo outro amigo são aquela cebola frita e o peixe com molho. Pois é, depois dessa num coloco o pé nesse restaurante, por assim dizer. Bem, voltando ao Saleiro, que realmente serve carne, um hamburguer, sem a pretensão de anunciar em inglês o melhor hamburger do mundo, e para os vegetarianos uma saladinha.
Ao que interessa: lá tem picanha, filé argentino, bisteca de porco, cordeiro e os cambau. Acompanhamentos sinceros e sem viadagem: maionese de batatas, farofa, salada, batata frita, arroz branco e para por aí. O ponto alto é o tal do "prime rib", que é o lombo do boi servido com a costela e tudo, aliás, é entre a sexta e a décima primeira vértebra da coluna do boi. São quinhentos gramas de carne para saciar a vontade de comer um bom corte ou para largar de vez o vegetarianismo. Bom apetite e boa sorte!

Serviço:
Salero, Rua XV de Novembro, 818, Centro, Curitiba. Horários: Segunda a sábado das 11h30 às 15 horas. Jantar a partir das 19 horas.
Salero Shopping Barigui Park - Piso G5 Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 41 3317-6305

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Fixolimpiadas


O que é isso? Trata-se do segundo maior espetáculo da terra. Tá e daí? São provas pouco ortodoxas visando explorar as capacidades da bicicletas fixas e a habilidade de seus donos. A meu ver é mais um motivo para se reunir beber, andar de fixa e dar muita risada. E alguns tombos.

Maiores informações www.rodafixa.com

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Quem avisa, amigo é.

Segundo os manuais e demais livros de economia, externalidade é aquilo que é produzido inoluntariamente por alguém (uma empresa) e o efeito não é absorvido por ela. Daí tem a externalidade positiva, outros se aproveitam do efeito lucrativo deste efeito e a negativa, outros sofrem com esse efeito. Pois bem, a discussão do cigarro se encaixa nessa categoria, não fumantes suportam externalidades negativas dos fumantes e por isso devem serem banidos, segundo a legislação estadual e municipal (apesar de já existir lei federal sobre o assunto muito tempo atrás). A idéia deste post não é falar sobre compentência concorrente, mas sobre externalidades. A solução foi atacar onde mais dói nas empresas, no bolso, com uma fiscalização rigorosa.
E um artigo, publicado na Folha de São Paulo de 30.11.2009, que recebi de uma amiga (obrigado Sheila), cujo o teor reproduzo aqui, dá um formidável panorama do que está por vir. Só quero ver quando for proibido de fazer aquele churrasco de final de semana. E olha que tem bastante fundamento para isso. Quem avisa amigo é.

"SP combate poluição da pizza e da picanha
Prefeitura paulistana começa a mapear churrascarias, pizzarias e outros micropoluidores para evitar queixa de vizinho

Fumaça que incomoda morador pode gerar multa de até R$ 500 mil; plano busca fazer comerciante seguir normas para fornos

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL

Depois do cigarro, é a fumaça incômoda de fornos a lenha que fizeram a fama de milhares de pizzarias, churrascarias, padarias e restaurantes de São Paulo que entra na mira dos fiscais da prefeitura paulistana.
Pela primeira vez, a prefeitura vai mapear os micropoluidores -aqueles que lançam pouca fumaça, mas em volume suficiente para perturbar a vizinhança e aumentar aquela névoa quase diária na cidade.
De pizza em pizza, as quase 6.000 pizzarias de São Paulo consomem uma enorme quantidade de lenha -mesmo uma simples, de mussarela, chega a consumir 1 kg de madeira.
A fumaça que no início parece perfumar a casa com aquele cheiro bom de pizza fresca vai, aos poucos, se revelando inimiga, conta o professor Luiz Vadico, pesquisador da faculdade Anhembi Morumbi, que mora em Moema, bem próximo a casas que somam cinco fornos.
"Fiquei com problema respiratório. No inverno, você vê a neblina do meu apartamento [18º andar]. Começa leve, mas depois você vai percebendo. E tem de aguentar até as 22h", diz o também blogueiro Vadico.
No Ipiranga (zona sul de SP), um conflito morador versus pizzaria entrou para o folclore do bairro. M. M.J., irritado com um forno bem ao lado de casa, colocou uma faixa dizendo que o local poluía o bairro.
Inconformada, a dona da pizzaria foi à Justiça para obrigar o incomodado a retirar a faixa. Entre discussões e laudos, a comerciante venceu, e a Justiça condenou M.M.J. a retirar o protesto da fachada da casa, sob pena de multa diária de R$ 50.
Esses casos são a principal razão para o programa, diz a médica Clarice Umbelino de Freitas, que coordena o projeto na Covisa (Coordenadoria de Vigilância Sanitária) da Prefeitura de São Paulo.
São cerca de 70 reclamações por ano na Covisa, mas o número é bem maior, porque as pessoas podem se queixar nas subprefeituras, pelo telefone 156 e na Secretaria do Verde.
Segundo Clarice, um piloto do projeto será iniciado pelas subprefeituras da Vila Mariana e do Ipiranga. "Vamos mapear todos os micropoluidores, fazer reuniões e distribuir cartilhas. Há um desconhecimento das normas para manter fornos."
Churrascarias são obrigadas, por exemplo, a não usar madeira de restos de construção, que têm resíduos de tintas e solventes e podem deixar cheiro no alimento. Também é necessário instalar filtros no forno e manter chaminés que mandem a poluição para longe das casas.

Multa alta
As multas, em caso de descumprimento, são pesadas e podem alcançar R$ 500 mil, mas geralmente esse valor cai muito porque é renegociado e as autuações normalmente buscam obrigar o estabelecimento a se enquadrar.
Em maio de 2008, a Secretaria do Verde aplicou multa de R$ 20 mil a um restaurante em Santa Cecília, porque a fumaça era percebida pelos vizinhos.
Em janeiro, a multa caiu para R$ 2.000 depois que o local se comprometeu a instalar o sistema de controle de poluentes e apresentar ao menos um relatório a cada seis meses.
Esses embates morador/fumaça poderiam ser menos frequentes se a prefeitura tivesse adotado o programa antes, avalia Adilson Barboza, diretor-executivo da Associação das Pizzarias Unidas de São Paulo.
"Fui à prefeitura tentar saber, mas ninguém conseguiu dizer como deve ser uma pizzaria. É positivo que haja o programa. Não queremos incomodar." Mesmo sem regras claras, diz ele, o setor vem se adaptando com a troca de fornos a lenha pelos a gás e usando madeira especial. 'Usamos biomassa de baixa emissão de poluentes.'"

(Fonte: Folha de São Paulo, Cotidiano, 30.11.2009, link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/inde30112009.htm ou http://www.linearclipping.com.br/MMA/m_stca_detalhe_noticia.asp?cd_sistema=267&cd_noticia=959719

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O Vingador

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Samosas na Osório

Gosto de comer comida de rua, na feira, em barraquinha e assim por diante. E de tempos em tempos na Praça Osório, onde tem um busto do Mel Brooks, acontece uma feira de artesanato. A bola da vez é o natal. São pindurucalhos e uma pá de quinquilharia natalina para deixar qualuqer ateu nauseabundo. Ateus, cristãos e crentes em geral, uní-vos em torno do perpasto pantagruélico que pode ser essa feira: pierogui, espetinho, acarajé e assim por diante. Uma verdadeira volta ao mundo em torno do chafariz, cuja frustração foi não poder ter tomado banho quando passei na faculdade de direito, que era ali perto. Voltando ao tour gastronômico, sugiro a barraca das samosas, que são parecidas com empanadas, porém com uma massa temperada e frita. Ah, e o receheio é totalmente diferente e bem exótico. Nesta barraca em especial tem samosas de palmito, ervilha, soja e outras coisas mais. Uma delícia. Como diria um amigo meu que imita o típico curitibano: "Orrrrra, TE-SÃO!!!".
P.S.: As fotos eu posto depois.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Última noite de fumo em Curitiba


Quem se lembrou, foi convidado a ir no Armazém Fantinato. Quem não foi sifudeu, pois velamos os últimos minutos de liberdade de fumar e os primeiros dos meus 34 anos. Pelas minhas contas, foram quatro carteiras de Davidoff, uma dose de cachaça de butiá, de jabuticaba, uma porção de anchovinha, três bifes azedos, calabresa na chachaça, muita serra malte e meio litro de água gelada. Agradeço a todos que foram!

Quem não fumou depois da meia noite virou cachorro.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Bike na parede

Bike e arte do Guilherme Caldas.

domingo, 25 de outubro de 2009

Blá, blá, blá...

Achei essa genialidade aqui

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Barba, Cabelo e Bigode



Colarinho é um bar que merce receber o Troféu "Balcão mais privilegiado de Curitiba". Após a recomendação do Pierre e do João (um ex-aluno que se tornou amigo), resolvi ir lá numa quarta-feira despretensiosa e faminta. Tina canjiquinha com costela de porco e chopp, cachaça e o "elixir". Ah, este é um capítulo a parte que, resumidamente, é uma bebida a base de Steinhäger, limão e gengibre. Desce limpando tudo e esquenta o corpo. Bom para os dias frios e para a garganta. O papo sempre é bom, independentemente de quem esteja no balcão, lógico. No sábado tem uma moqueca é de cair os butiá do bolso. Ainda não provei o bolinho de bacalhau, mas dessa semana não passa. E por fim, o som que o Rubinho ou o Rubão colocam é muito bom. Jazz, Bossa Nova, e assim vai. Se você não bebe, azar seu, vale a pena, no mínimo, ir lá ouvir uma boa música, comer um senhor quitute e, sentar no balcão, por óbvio.

Serviço: Colarinho, Rua Brasilio Itiberê, 3642 (esquina com a Angelo Sampaio). Aberto de Segunda a Sexta-feira das 17h as 0h, aos Sábados, das 11h30min as 18h. Aceita Visa, Maestro e Cheque. Telefone: 3078-2196

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Cycle Jerks!

Gata de botas


Veja a galeria completa no thefixfixfix

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Se a moda pega

Primeiro foi a lei municipal anti fumo, depois a lei estadual e, com raras exceções, ninguém faz nada. Se as coisas continuarem assim, o estado invadindo na privacidade do cidadão sob o fundamento de uma suposta saúde coletiva, vamos ver cenas como esta acima no verão. Bem quando as leis entrarem em vigor.

Via www.crisdias.com que viu no leolaporte

quinta-feira, 24 de setembro de 2009