quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Leck mich am Arsch!

Rascunho do Guilherme Caldas, da Candyland, é craro!

Crescei e multiplicai-vos

Esta fixa é do caro amigo Salim, que outro dia na bicicletada ao me ver de fixa recém adquirida perguntou se tá na moda. Respondi que o termometro da moda é o playboy. No dia que você ver um playboy de fixa, tá na moda. Daí fudeu.






Mas isso aqui está parecendo uma toca de coelho!


domingo, 24 de janeiro de 2010

Mais novo membro da família



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Fotos do pedal até o pedágio

Como anunciado, eis as fotos tiradas pela incrível lente do fotógrafo pornô Viquetor. Nas fotos, de camiseta escura, o Cooper, de azul, Buga e branca Rodrigo.








segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O cochicho do demônio

Li este texto do Luiz Felipe Pondé, na Folha de São Paulo (apesar deste jornal ter utilizado a expressão "ditabranda"). Como o conteúdo é limitado, resolvi reproduzí-lo aqui:

LUIZ FELIPE PONDÉ

O cochicho do demônio

Huxley acertou em sua visão de um futuro asfixiado pela vida científica e calculada


NÃO ACREDITO na educação. Sou professor, do tipo que gosta do "chão da sala de aula", detesta as burocracias e os projetos pedagógicos para uma educação política e científica. Meu ideal de educação? Deixemos quem gosta de dar aula tocar a escola, esqueçam os burocratas que acreditam na educação. Desconfio das teorias pedagógicas e dos pedagogos.
Quando amamos o que fazemos, fazemos porque, em nós, aquilo é como um vício. Sinto falta das inquietações e das tentativas desastradas de colar nas provas. Em meio a esse alvoroço, trocamos ideias sérias sobre o sentido da vida e da morte e sobre o que cai na prova. E sobre quem está "pegando quem". E sobre quem é a menina "fácil" e sobre quem é o cara que não "pega ninguém".
No chão da sala de aula, não há muita distância entre o sentido da vida e a alegria de quem passa e a agonia de quem "dança". Tampouco há muita distância entre a crítica nietzschiana do ressentimento e quem é amado ou desprezado pelos colegas e, por isso, nunca é convidado pra festas. Ou entre Marx e o medo que cresce à medida que a formatura se aproxima e você sabe que logo se descobrirá tão barato quanto uma pasta de dente. Ou entre Freud e o quanto seus pais são infelizes e como essa infelicidade arruinou seus próprios recursos psicológicos diante desse labirinto infernal em que se transformou a dita relação amorosa.
Acreditar na educação é crer que com ela criamos novos seres humanos. Isso não acontece porque a maioria de nós professores, como todo mundo, ganha menos do que queria, é mais infeliz do que esperava, é mais sozinho do que sonhava, é muito menos importante do que imaginava. Esse não costuma ser um perfil indicado para "criar novos seres humanos" porque nele facilmente brota o rancor, o fracasso, a inveja e, por isso mesmo, a mentira.
A maioria de nós acabou como professor por falta de opção ou ilusão juvenil ou incapacidade de enfrentar o mercado profissional ou porque sonhava em ser um novo Marx ou um novo Freud. Quem crê que a educação cria novos seres humanos o faz para disfarçar seu cotidiano ordinário, é uma mentira contada a si mesmo todo dia.
O conhecimento é um risco e não uma ferramenta de alegria. Um fardo, uma dádiva de um Deus que parece torturar os covardes ou uma sequela de uma seleção natural sonambúlica e cruel. A educação é um ofício que nos prepara para nosso destino. Uma conversa infinita entre mortos e vivos sobre o enfrentamento desse fardo, que nos une a todos no mesmo tecido cego. Aldous Huxley, em seu monumental livro "Contraponto", nos fala do "cochicho do demônio".
O escritor inglês é mais conhecido por sua obra "Admirável Mundo Novo", aquela mesma que as almas superficiais pensam ter sido uma profecia fracassada. Não! Pelo contrário, Huxley acertou em cheio em sua visão de um futuro asfixiado pela burocracia, pela alegria e pela saúde, enfim, pela vida científica e calculada. Não se deixe enganar pela estética metálica das roupas ou da arquitetura, ou pelo sistema centralizador de seu mundo admirável.
Lembre que vivemos em shoppings nos entupindo de alegria, pensando em alimento saudável e calculando o colesterol, correndo em esteiras em academias, pesquisando parceiros que possam trazer saúde para os filhos que pretendemos ter, tomando remédios que nos deixem felizes como apenas os cegos conseguem ser, temendo o tempo todo o que esse monstro, "o poder informatizado do povo", decidirá sobre nossa vida, enfim, escravos ridículos da ciência e sua mania de sucesso fisiológico e de qualidade de vida.
No indivíduo, a ética da saúde total gera maus comportamentos à mesa (viramos aquele chato que sempre pergunta sobre os nutrientes do que nos servem). No coletivo, vira fascismo mesmo.
Mas o que é "o cochicho do demônio"? Huxley diz que a alma que a ele sucumbe torna-se estéril, morre esmagada por um "coração seco como poeira". O cochicho do demônio, que resseca a alma, é o hábito exaustivo de mentir para si mesmo.
O que Huxley denuncia em sua obra é a vida científica (ou a mentira que afirma a beleza de todos os homens) como a mentira moderna por excelência. É a crença de que finalmente chegamos a um porto seguro. A alma morreria se habitasse um porto seguro. Uma educação para a utopia da vida científica desumaniza. Deixa a alma seca como poeira. Um vaso limpo, sem sujeiras ou incoerências, de onde nada brota.

ponde.folha@uol.com.br

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1801201013.htm, acesso em 18.01.2010.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Não pague pedágio, vá de bike!

Hoje acordo com a dor habitual nas costelas. Pois é, semana passada caí de bike, pronto falei. E fudi meu joelho, cotovelo e as costelas. Nenhum osso quebrado ou ligamento rompido. Mas as costelas ainda doem. Acordo cedo e com a promessa de ficar em casa, mas ao mesmo tempo lembro que tinha uma pedalada até o pedágio das praias. Fico uma hora me enrolando, mas para não me arrepender depois, pego a bike e vou ao encontro do Vitor, Buga e do Cooper. Eles sairam da Reitoria, lá na Dr. Faivre e eu os encontrei na esquina da João Negrão com a Silva Jardim. Resumidamente, foram 30Km de ida, com direito a calibrar o peneu com CO2, doer o saco, sentir os dedos formigando, suor pacas, muita água e até protetor solar em aerosol. Ao chegar no pedágio, tomamos aquela cerveja merecida, fumamos um cigarro, tiramos fotos que postarei depois e voltamos. Mais 30Km e ao todo foram 60Km. Só que a primeira parada foi no Recanto Gaúcho, uma churrascaria honesta e barata. Depois tomei um café e casa. Valeu a pedalada, é a primeira de várias. E não paguei pedágio porra nenhuma. Eis o link do trecho inicial.


Exibir mapa ampliado

sábado, 16 de janeiro de 2010

Antonina


Foi nesta casa amarela que meu vô passou os últimos verões da vida dele. Em 1994 diz que ele ia comprar aquela casa, pois Guaratuba não mais lhe apetecia, mas isso é outra história. A história que antecede é tão pitoresca das que as sucedem. Disse o meu avô a minha avó que tinha visto uma casa em Antonia e queria comprá-la. Não sei por que cargas d'água ela não tinha gostado da idéia e vinha solenemente se opondo a casa e tudo mais. As negociações vem e vão e no dia em que o avô ia fechar o negócio, minha avó foi junto para melar a compra. Esse plano era simplesmente infalível. Mas ao chegar e ver a casa, cuja frente dá para a praça central, com direito a coreto e tudo mais, e dos fundos vê-se a baía de antonina, minha avó se apaixounou pelo lugar e desistiu do seu plano infalível. Nem preciso dizer de quanto foi bebido, dançado, comido, cantado, dormido e tudo mais que um ancião aproveita antes de encontrar a morte. Antonina nunca mais foi a mesma para mim.

P.S.: Senti um sopro de saudades ao ver esta foto do Gilson Camargo bo blog dele, Olhar Comum. Link: www.gilsoncamargo.com.br/blog/?p=2514

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fumando, hein!

Bella, amiguinha do Rafael Trucker.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Volto logo.