domingo, 28 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Olha aqui ó: Bakun.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Pega jacu ou Redenção
Nessa segunda-feira aprendi uma lição. Aliás, é nesse dia da semana que me encontro com o Bruno e o Rafael para papear e tal. Geralmente vamos na Mercearia Fantinato, pois é bom pacas.
Nessa segunda-feira não fui ao Fantinato. Nesta segunda-feira fui ao Arrumadinho. Pois é, o bar fica perto do trabalho e nada melhor do que um chopp para descontrair. O bar tem aquela aura nostálgica, com cartazes publicitários da década de 60 e 70, todos igualmente emoldurados. Uma chopeira ostentando o balcão, garçons devidamente trajados, um cardápio variado, tanto de bebidas e comidas e assim vai.
Nessa segunda-feira não tinha nada para dar errado: amigos e cerveja. Pronto. Após uma chapa com iscas de picanha e várias calderetas, eis que o Robson, o mais novo carnal se integra ao grupo e pedimos uma, aliás, duas porções de asa de frango.
Grandes bosta! Não fez nem cócegas, ficamos com mais fome. Foi quando pedimos alguma coisa da cozinha, la pelas onze e meia, que o garçom, devidamente fatietado me disse que estava fechada.
Nessa segunda-feira não fui ao Fantinato. Nesta segunda-feira fui ao Arrumadinho. Pois é, o bar fica perto do trabalho e nada melhor do que um chopp para descontrair. O bar tem aquela aura nostálgica, com cartazes publicitários da década de 60 e 70, todos igualmente emoldurados. Uma chopeira ostentando o balcão, garçons devidamente trajados, um cardápio variado, tanto de bebidas e comidas e assim vai.
Nessa segunda-feira não tinha nada para dar errado: amigos e cerveja. Pronto. Após uma chapa com iscas de picanha e várias calderetas, eis que o Robson, o mais novo carnal se integra ao grupo e pedimos uma, aliás, duas porções de asa de frango.
Grandes bosta! Não fez nem cócegas, ficamos com mais fome. Foi quando pedimos alguma coisa da cozinha, la pelas onze e meia, que o garçom, devidamente fatietado me disse que estava fechada.
Ficamos putos da vida, alem de estar com a fome atiçada, então feito uma matilha, nos dirigimos ao Fantinato em busca da redenção. Como um marido infiel fomos buscar o porto seguro: a simpatia do Vlamir, o atendimento da Luisa e o Rodrigo que faz a definitiva carne azeda. Ah, a cachaça de butiá e a anchovinha (que é uma versão do rollmops).
Nessa segunda-feira aprendemos uma lição.
Nessa segunda-feira aprendemos uma lição.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

- Você estava com vontade de comer comida libanesa?
- Não, estava é com saudades do meu avô, respondi espontaneamente.
Pois é, naquele momento vi que falava a mais pura verdade, mesmo sem perceber. O restaurante “O Patrício” é o mais antigo de Curitiba no gênero. Tabule, houmus tahine, baba ganoush, coalhada seca e quibe cru para começar. Depois, os quentes: arroz com lentinlha, que pode ser comida com coalhada seca, abobrinha recheada, charuto de repolho e de couve, sfiha fechada, o imbatível quibe frito, kafta e espeto de carne.
O restaurante funciona no primeiro andar numa casa velhapracaralho na Rua Francisco Rocha, entre a Av. Batel e a Visconde de Guarapuava. No segundo andar mora o seu Aziz.
Depois de tanto comer, tem uma sobremesa, ataif com nata ou Namura. Então vai aí uma dica, guarde espaço para a sobremesa e o cafezinho.
Aliás, é uma boa pedida para um domingo com amigos.
Endereço: Rua Francisco Rocha ,222, Batel, Telefone: 324, horário:11h/14h30 (fecha seg.)
- Não, estava é com saudades do meu avô, respondi espontaneamente.
Pois é, naquele momento vi que falava a mais pura verdade, mesmo sem perceber. O restaurante “O Patrício” é o mais antigo de Curitiba no gênero. Tabule, houmus tahine, baba ganoush, coalhada seca e quibe cru para começar. Depois, os quentes: arroz com lentinlha, que pode ser comida com coalhada seca, abobrinha recheada, charuto de repolho e de couve, sfiha fechada, o imbatível quibe frito, kafta e espeto de carne.
O restaurante funciona no primeiro andar numa casa velhapracaralho na Rua Francisco Rocha, entre a Av. Batel e a Visconde de Guarapuava. No segundo andar mora o seu Aziz.
Depois de tanto comer, tem uma sobremesa, ataif com nata ou Namura. Então vai aí uma dica, guarde espaço para a sobremesa e o cafezinho.
Aliás, é uma boa pedida para um domingo com amigos.
Endereço: Rua Francisco Rocha ,222, Batel, Telefone: 324, horário:11h/14h30 (fecha seg.)
terça-feira, 9 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Frango é massa!

Santa Felicidade é a Meca ou a perdição dos restaurantes turísticos em Curitiba. Ao longo da Avenida Manoel Ribas, enfileiram-se, lado a lado, um restaurante igual ao outro, ou quase, à exceção do Costelão do Amantinho, do Peixe Frito, do Churrascão Colônia e do recentemente inaugurado Bar do Vitcor Petiscaria, há uma centena de estabelecimentos que servem aquele mesmo tipo de comida. Ali pode ser vista a mão da família Madalosso, que possui alguns locais: o Velho, o Novo Madalosso, Família Fadaneli e assim por diante.
Corro o risco de ser injusto ao não citar alguns nomes, seja por falta de memória, seja por falta de tempo e espaço. Até por que todos são, em sua maioria, iguais, servem aquele mesmo tipo de comida, polenta frita, risotto, frango, talvez uma carne assada, salada de rúcula e assim vai. Mas todo o restaurante que se preze serve algum prato inigualável, defitinivo. Aquele perpasto que vale a pena o almoço. É o caso do restaurante o Restaurante Iguaçu e a lasanha na manteiga.
Dizem que a beleza está na simplicidade, trigo, água, leite e sal. Com o trigo e a água é feita a massa, do leite se faz a manteiga e o queijo. O sal é para temperar. Pronto. Se o restaurante sevisse somente a lasanha, não deixaria de ir lá. O resto é firula.
P.S.: Não posso de deixar de mencionar também a existência do Kamikaze, cujo dono, Kazuma, cultiva um temperamento inversamente proporiconal a comida que faz. Desgraça ao nipônicos, foi responsável por ampliar meus horizontes culinários.
Serviço: Ristorante Iguaçu, Av. Manoel Ribas, 6499. Horário: Terça a Sexta-feira, das 19:00 as 23:00. Sábado, 11:30 até o último cliente. Domingos e Feriados, das 11:30 as 16:00. Tel: 3372-2021.
Corro o risco de ser injusto ao não citar alguns nomes, seja por falta de memória, seja por falta de tempo e espaço. Até por que todos são, em sua maioria, iguais, servem aquele mesmo tipo de comida, polenta frita, risotto, frango, talvez uma carne assada, salada de rúcula e assim vai. Mas todo o restaurante que se preze serve algum prato inigualável, defitinivo. Aquele perpasto que vale a pena o almoço. É o caso do restaurante o Restaurante Iguaçu e a lasanha na manteiga.
Dizem que a beleza está na simplicidade, trigo, água, leite e sal. Com o trigo e a água é feita a massa, do leite se faz a manteiga e o queijo. O sal é para temperar. Pronto. Se o restaurante sevisse somente a lasanha, não deixaria de ir lá. O resto é firula.
P.S.: Não posso de deixar de mencionar também a existência do Kamikaze, cujo dono, Kazuma, cultiva um temperamento inversamente proporiconal a comida que faz. Desgraça ao nipônicos, foi responsável por ampliar meus horizontes culinários.
Serviço: Ristorante Iguaçu, Av. Manoel Ribas, 6499. Horário: Terça a Sexta-feira, das 19:00 as 23:00. Sábado, 11:30 até o último cliente. Domingos e Feriados, das 11:30 as 16:00. Tel: 3372-2021.
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